A síndrome do sabe tudo

Uma boa reflexão para os tempos que vivemos.

Boa leitura!

https://www.psicologiasdobrasil.com.br/sindrome-de-sabe-tudo-o-ego-excessivo-que-impede-o-crescimento/

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Hábito das pessoas prósperas

✨ Gratidão: ser grato é reconhecer aquilo que você é e tem. A gratidão é a energia da abundância em si mesma, quanto mais grato, mais abundante você será;

✨ Elogio: elogiar as pessoas ou situações é espalhar felicidade. As pessoas que só criticam a tudo e a todos criam uma aura pesada e indesejada ao seu redor, o que as torna indesejadas e estagnadas. O hábito de elogiar cria uma luz calorosa ao se redor, o que acaba tornando a vida mais leve e propensa a fluir facilmente;

✨ Planejamento: planeje seus gastos, seus lucros e busque organizar de forma clara seu orçamento;

✨Confiança: confie na sua capacidade de conquista. Confie que você merece e tem total capacidade de alcançar qualquer meta que se propuzer. A prosperidade é uma energia contrária à dúvida e ao derrotismo;

✨ Persistência: não permita que meros obstáculos o façam desistir ou desanimar. Os desafios sempre existirão, de uma forma ou de outra, o que te faz vencer e conquistar o que você deseja é a forma de lidar com eles e o quanto você consegue se manter confiante em si e no Universo;

✨Vibre: se você deseja prosperidade não deve vibrar na escassez. Você alcançará aquilo que deseja apenas se sintonizar com sua frequência. Ajuste seus pensamentos e sentimentos para a frequência da gratidão, do amor, da abundância;

✨Crie laços: cumprimente as pessoas com um sorriso, se interesse verdadeiramente por suas vidas. Crie o hábito de estabelecer laços afetivos com aqueles ao seu redor;

✨Gentileza: seja gentil com todos: humanos, plantas, animais. A gentileza cria um campo vibracional doce e suave ao seu redor, o que te tornará uma pessoa mais bem quista e, consequentemente, abençoada;

✨Abençoe: cultive o hábito de abençoar as vitórias alheias. Alegre-se por suas conquistas, e deseje que os demais continuem prosperando;

✨ Bendiga seus credores: sim, bendiga cada boleto que você tem pra pagar e, principalmente os que já quitou! Abençoe o dinheiro com o qual paga suas contas,e cada vez que pagar uma dívida, alegre-se!!

✨Criatividade: estimule sua criatividade seja por meio de desenhos, danças, escrita, música… Não importa! Apenas dedique periodicamente um tempo para expressar sua criatividade. A expressão da criatividade estimula o chakra Swadhistana, o que aumenta seu poder de criação;

✨Celebração: celebre tudo em sua vida! O sol que nasceu ou se pôs, a noite bonita, a chuva, o dinheiro encontrado na rua, uma nova ideia, uma nova amizade, um prato gostoso que preparou. Acostume-se a celebrar de forma enfática! Adote alguma frase que expresse sua felicidade e a diga sempre que se deparar com algo bom;

✨Espiritualidade: cultive a sua espiritualidade, seja por meio de meditação, mantras, orações, ou qualquer outra forma. O importante é se manter sempre conectado com O Imaterial, O disforme, A essência. Lembre-se sempre que você é um ser espiritual vivendo uma experiência física.

✨Abandone a culpa: não carregue o peso dos seus erros. Todas as experiências serviram para te trazer ao ponto onde está. Não se culpe, apenas carregue o aprendizado daquilo que já viveu. Comprometa-se com a sua evolução moral e não se culpe pelo que já passou, pois você não é mais aquela pessoa que errou;

✨ Incentive: alguém veio te contar sobre uma ideia ou empreendimento novo? Procure uma forma de incentivar essa pessoa. Pense em como você pode ajudar a encontrar a melhor forma para que ela realize esse projeto;

✨Ensine: transmita seu conhecimento, espalhe pelo mundo as sementes daquilo que você já está colhendo. Conhecimento guardado mofa e apodrece;

✨Aprenda: seja humilde e perceba que sempre existe algo a aprender, e que TODAS as pessoas têm algo a ensinar. Ouça com atenção, e aprenda com humildade.

✨Aceite: aceite cada presente ou elogio que receber. Não sinta vergonha por estar recebendo algo ou algum elogio. Sinta-se merecedor daquilo e agradeça de coração.

🌟

🗝Seja prosperidade em todos os sentidos: financeiramente, emocionalmente, mentalmente. A prosperidade se manifesta de diversas formas: nos seus relacionamentos, no seu financeiro, na dispensa cheia de comida, na tranquilidade de uma tarde de domingo. Identifique a prosperidade em sua vida e a bendiga a cada instante!

🤩SEJA FELIZ!🤩

(Texto de Lia Lorenzi/ Lila Mohini Devi Dasi – Terapeuta Vibracional, Advogada, Mãe e escritora nas horas vagas)

RH Ágil

Gosto muito desse autor Peter Capelli e recomendo a leitura para meus colegas de RH.

Boas reflexões a todos !

Ser ágil já não é prerrogativa só da tecnologia. A metodologia agile está sendo aplicada em outras áreas e atividades, desde desenvolvimento de produto até manufatura — e agora está transformando o modo como as empresas contratam, administram seu pessoal e dão feedback e crescem.
— Ler em hbrbr.uol.com.br/rh-agil-feedback/

O desafio de engajar as novas gerações

As empresas podem aproveitar o imperativo de atrair os jovens para reinventar seu modelo de gestão | Por Fabio Rosé
Faz alguns anos que acompanhamos universidades, consultorias e grandes empresas que estudam o impacto dos millennials em diferentes esferas da sociedade. A presença crescente das gerações Y e Z vem transformando nossos padrões comportamentais, rompendo paradigmas e colocando outros em seu lugar. É impossível não notar as diferenças entre a vida cotidiana atual e a que levávamos há uma década.
Trazendo em sua mochila a evolução digital, a geração do “tudo ao mesmo tempo agora” alcança a idade adulta no momento em que nosso sistema social está se reconfigurando com uma série de ajustes importantes. Algumas principais mudanças são observadas no comportamento de consumo, nos modelos de família, nas referências sociais clássicas e, naturalmente, no campo profissional e no ambiente corporativo.
As organizações estão sendo impactadas de maneira acentuada tanto pela modernização tecnológica como pelas características das novas gerações que integram o ambiente de trabalho – sejam suas expectativas e preferências, suas capacidades e fragilidades, seus conhecimentos e comportamentos, sua forma de relacionar-se consigo e com o mundo.
Hoje, mais da metade da força de trabalho é composta por esses jovens, e a maioria absoluta questiona o ambiente e os códigos de valores encontrados nas empresas, questiona seu propósito, sua conduta ética, sua responsabilidade social. Esses jovens não se reconhecem no ambiente do século passado que persiste nas empresas, e isso impacta diretamente o modo como projetam seu futuro profissional. Mais de 90% não se veem na mesma empresa por mais de cinco anos e mais de 70% pretendem empreender de maneira independente em algum momento de sua trajetória. Para eles, o trabalho precisa legitimar seu estilo de vida e, como a inovação constante ficou viável, o “emprego”, o “cargo” e a “estabilidade” passaram a ser secundá­rios.
Importa a experiência – e importa que seja compartilhada.
Como as empresas devem agir diante disso? Algumas têm conseguido criar um ambiente capaz de atrair e manter esses jovens com alto nível de engajamento, por exemplo. Seu diferencial frequentemente é o fato de já terem sido criadas sem os vícios que formaram as gerações anteriores de líderes.  Algumas companhias, mais tradicionais, também largaram na frente ao entenderem a necessidade de flexibilizar seus modelos organizacionais e eliminar hierarquias desnecessárias. Elas estão se concentrando em liberar a energia e o potencial de seus funcionários, uma vez que a inovação e a criatividade demandam colaboração e agilidade.
O fato é que, no esforço para acomodar as novas gerações, as organizações saem ganhando: amadurecem em sua cadeia de valor e rejuvenescem em seu espírito empreendedor. Elas se tornam lugares muito mais dinâmicos, diversos, atrativos e vivos. O imperativo de atrair e reter os jovens talentos é a desculpa perfeita para reinventar nosso modelo de gestão, simplificando-o e humanizando-o.
| jan 23, 2017

Fabio Rosé é diretor de recursos humanos da L’Oréal Brasil desde setembro de 2013; anteriormente, trabalhou na Novartis, inclusive nas subsidiárias do Chile e da Venezuela e na sede, na Suíça. É pedagogo, com especializações em RH e marketing e mestrado pelo Insead.

As seis propriedades de uma mente criativa.

Quando se pensa sobre a criatividade, a maioria das pessoas a associa a uma inteligência excepcional, a uma pessoa com potência psíquica muito fora do comum. Não desconsidero a importância de uma boa inteligência, especialmente vocacionada para uma determinada área de atividade, que pode ser a música, as artes plásticas, a filosofia ou as ciências. Mais importante do que uma inteligência excepcional, o essencial é que a pessoa se dedique com persistência e determinação às tarefas correspondentes àquele dado ramo do conhecimento; não tende a ser bem-sucedido aquele que é um diletante e nem os que se dedicam a múltiplos interesses sem se aprofundar em ramo algum.

1.Ser objetivo

Assim, ser portador de uma mente focada em um dado tipo de interesse costuma ser um ingrediente muito relevante para o processo criativo. Além disso, é preciso que a pessoa disponha de um modo de pensar bem objetivo, observador dos fatos e pouco afeito a respeitar os paradigmas existentes. Esse descaso com o saber oficial muitas vezes se dá em função de uma convicção de que o mais importante são os fatos que se observa e não as ideias que nos transmitem; em outros casos, a mente de certas pessoas se recusa a aprender tudo o que poderia acerca de seu foco de interesse, preferindo redescobri-lo ao seu modo.

2. Não ter medo de errar

Um aspecto importante para quem se afasta dos paradigmas e crenças oficiais é que podem, com facilidade, se direcionar por atalhos que os levarão a graves equívocos. É preciso enorme coragem para se aventurar numa rota desconhecida, sendo que a chance de cometer erros é bastante grande. Não ter medo de errar, de passar pelo constrangimento de se dedicar a uma dada tarefa por meses ou anos para depois ter que reconhecer que ela não conduziu a nada de relevante, é, pois, ingrediente indispensável a uma mente criativa.

3. Contar com as inspirações

Sempre é bom considerar que aquele que está observando objetivamente, estudando e se dedicando a um dado ramo do conhecimento terá que ser favorecido pelas circunstâncias: o acaso – ou a sorte – fazem parte do jogo da vida, de modo que é preciso que a pessoa tenha a chance de observar um fenômeno novo ou olhar algo de uma forma nova – que pode ser uma harmonia de sons, um tipo de imagem ou arranjo de cores, um movimento diferente na natureza ou num laboratório de pesquisas, assim como nas reflexões que um físico teórico faz se valendo de cálculos matemáticos. Criaturas como Copérnico, Galileu, Darwin, Freud, Picasso, Bach e tantos outros fizeram esse percurso.

4. Dedicar-se às ‘transpirações’

Citei alguns dentre os inovadores mais notórios, mas é importante perceber que qualquer ato criativo, mesmo que bem menos relevante do que os que foram perpetrados por esses que produziram grandes mudanças na forma como pensamos, percorre o mesmo trajeto: a observação de algo novo e o trabalho enorme para que seja extraído todos os subprodutos dessa forma original de pensar. Aqui começa a fase mais longa e difícil, aquela que corresponde à da “transpiração”. Tem razão os que dizem que ela corresponde a 90% do processo!

5. Vivenciar o novo com coragem

Além disso, é preciso muita coragem para que, no processo de exploração de todos os desdobramentos de uma inovação, não se tenha medo de produzir conclusões que sejam desconfortáveis para a maioria das pessoas. Não se pode deixar de louvar a honestidade intelectual como um dos ingredientes fundamentais dos inovadores, posto que eles não raramente enfrentam oposição firme – e nem sempre muito leal – de seus contemporâneos. As pessoas se ressentem e se opõem a conceitos diferentes daqueles aos quais estão acostumadas. Demoram para aceitar o novo; e isso vale para o mundo das ideias, para as artes plásticas, literatura e também para a música. Esse aspecto é menos dramático no caso das ciências físicas e biológicas porque elas costumam gerar desdobramentos práticos de grande utilidade para a maioria da população, o que contribui para a aceitação das novas propostas.

6. Não ser escravo de si mesmo

Afora a coragem e a firmeza para sustentar seus pontos de vista mesmo quando eles são bombardeados por opositores idôneos e competentes, é preciso que a pessoa que pretende permanecer criativa não se deixe escravizar pelas suas próprias inovações. É essencial que o espírito criativo nunca se dê por satisfeito, que sempre vislumbre outras possibilidades além daquelas já conquistadas e das quais ele tenha participado. O processo de desenvolvimento humano é interminável, de modo que toda obra é inacabada. Quando uma pessoa não conseguir avançar mais, outros, mais jovens, irão se apoderar daquele saber e o transformarão em fundação para mais uma edificação. Essa é a beleza e a graça do conhecimento.

Por Flávio Gikovate

Flávio Gikovate é médico-psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista e escritor. Atualmente apresenta o programa “No Divã do Gikovate”, na rádio CBN. O texto acima foi extraído de seu site oficial. O qual convidamos todos a conhecerem. Conheçam também sua página oficial no Facebook.

15 competências que estão em alta no mercado de trabalho

O ser humano é uma verdadeira fonte de emoções e através do seu comportamento expressa as características de sua personalidade, mesmo que de forma inconsciente.

Muitas organizações, por exemplo, quando realizam um processo seletivo não avaliam o candidato apenas por sua bagagem técnica. As competências comportamentais também pesam no momento da contratação. Mas, por que isso ocorre? Porque a aptidão em lidar com as emoções influenciará diretamente no comportamento das pessoas no dia a dia das organizações, inclusive na performance diante das atividades.

Então, quais as competências comportamentais valorizadas pelo mercado de trabalho atualmente? Confira abaixo:

1. Trabalho em equipe

Hoje não se cogita mais a individualidade nas organizações. O profissional precisa lidar com seus pares para atingir e superar as metas, bem como para vencer os desafios do caminho.

2. Capacidade de negociação

Dialogar com os demais colaboradores é fundamental, para chegar a consensos diante de determinadas situações que impactam diretamente no clima organizacional e até mesmo, no negócio da empresa em que se atua. 

3. Liderança

Gerir pessoas tem sido um grande desafio para as empresas, afinal o líder é considerado o comandante do barco, que dá um norte à equipe e a direciona ao alcance da performance que atenda às necessidades da organização.

4. Comunicação

É preciso saber expressar ideias, tirar dúvidas, apresentar soluções para fatos que ocorrem todos os dias. Se a pessoa não conseguir vencer a barreira do “silêncio,” agregará pouco ou nenhum valor à empresa.

5. Criatividade e inovação

Os profissionais devem estar preparados para lidar com situações inesperadas. Muitas vezes, arriscar e liberar o potencial criativo pode trazer benefícios tanto para o colaborador quanto para a organização. Uma inovação em um processo específico pode, por exemplo, significar uma grande economia para as finanças da empresa. Sair do automático, deixar de “ser uma máquina programada,” leva pessoas a novas perspectivas.

6. Prudência

Apesar de ser muito valorizado no mercado, o potencial criativo não deve servir de “base” para a adoção de atitudes precipitadas. Por isso, pensar duas vezes, avaliar uma proposta e ouvir a opinião do colega de trabalho não é sinal de fraqueza, mas sim de responsabilidade.

7. Flexibilidade

Dizer “não” à zona de conforto. Ser capaz de aceitar as mudanças, situações e comportamentos antagônicos possibilitam o amadurecimento do profissional. Esse aprendizado pode, inclusive, ser aplicado na vida pessoal.

8. Otimismo

É indispensável não se entregar diante do primeiro obstáculo que surgir. O pessimismo afeta o colaborador e se não for trabalhado, pode ser absorvido por outros membros da equipe. Uma situação assim compromete o desempenho e o clima organizacional. 

9. Assertividade

Uma pessoa assertiva é hábil para expressar posicionamentos, ideias e até mesmo suas emoções. Ao ser assertivo, o indivíduo defende seus direitos e respeita os dos colegas. Aprenda a dizer não, com argumentos que revelem profissionalismo. Através da assertividade é possível evitar conflitos desnecessários que geralmente, afetam negativamente a rotina corporativa.

10. Ética

Uma empresa que deseja ser competitiva precisa contar com profissionais éticos e que valorizem a integridade. A ética é um dos pré-requisitos para a adoção da responsabilidade social nas organizações.

11. Valorização da qualidade de vida

Trabalhar, trabalhar, trabalhar e se tornar um workaholic (viciado no trabalho) é um indicador preocupante para as empresas. O profissional deve ter consciência de que a melhoria da qualidade de vida deve estar presente dentro e fora da empresa onde atua.

12. Visão holística

Olhar para a organização e suas responsabilidades através de um contexto amplo, afinal, é praticamente inadmissível um profissional ficar alheio ao que ocorre ao seu redor. Com a tecnologia da informação, o conhecimento é disseminado em uma velocidade cada vez maior.

13. Compartilhamento de conhecimento

O profissional não deve temer a disseminação do conhecimento com seus pares. Cada vez que se transmite uma experiência, também se assimila algo, aprende-se com quem está ao seu lado. A recíproca também é verdadeira – quando não se domina um determinado assunto ou técnica, o profissional precisa buscar respostas com os pares.

14. Autodesenvolvimento

Para aprimorar suas competências o colaborador não deve esperar apenas a iniciativa da organização. Ele também é responsável pelo seu desenvolvimento e precisa buscar ferramentas que agreguem valor à sua carreira, como: livros e revistas sobre suas atividades, participação em palestras e cursos de atualização/especialização.

15. Intuição

Em determinadas situações, o colaborador precisa utilizar a intuição para desenvolver novas propostas que agreguem valor ao negócio. Essa competência faz parte dos processos mentais normais. Pode ser considerada como sendo a percepção que o indivíduo tem frente a uma determinada situação, sem a utilização do raciocínio lógico. Através da intuição pode-se adquirir e colocar em prática conhecimentos e informações.

FONTE: STUDART RH

http://www.decision.edu.br.